Inteligência Emocional
O conceito de Inteligência Emocional surgiu com Daniel Goleman em 1999 no livro com o mesmo nome. Diz respeito ao casamento entre a Inteligência e a Emoção.
Durante o processo de evolução do ser humano, as estruturas cerebrais, dimensão e peso do cérebro foram sendo alteradas. O nosso primeiro cérebro (cérebro primitivo) tem como estrutura mais próxima daquilo que consideramos emoção, o sentido olfativo. Esta é a primeira forma de relacionamento, através dos cheiros. Ainda é assim que os animais se comunicam. Posteriormente, a evolução solicitou uma estrutura emocional mais coesa, dando assim origem, ao segundo cérebro, ou Sistema Límbico, a sede das emoções. As emoções nesta fase são muitos instintivas mas com a experiência, desenvolvem-se processos de aprendizagem e de memorização. Aprendemos a evitar determinados alimentos que nos causam nojo, aprendemos a ter medo de animais perigosos que nos colocam em risco de vida, aprendemos a evitar situações que se nos assemelham a vivências negativas. Surge assim o terceiro cérebro, centro do Pensamento, raciocínio, a Inteligência em sentido vulgar. Neste ponto, aprendemos a pensar sobre as emoções, a pensar sobre o amor e a deixar de agir apenas pelo impulso. Relacionamos, associamos, raciocinamos, agimos de forma emocionalmente inteligente!
A Psicóloga lá de casa.


