Histórias para Acordar

PLENITUDE

Nos últimos anos tomei algumas decisões difíceis e até radicais. Saí da minha zona de conforto, analisei os sinais, os caminhos e deixei-me ir…deixei-me levar pelas marcas que estavam ao meu redor e não pelo lado racional. Coloquei-me entre a espada e a parede e, de vez em quando, ganho espaço entre ela e outras vezes perco…Mas sei que estou no caminho certo, sei que sigo o meu destino e sei disso porque me sinto PLENA. E é sobre isso que escrevo hoje.
Olhando para trás não posso dizer que não era feliz no passado. Mas posso sim afirmar que não era PLENA. Não me sentia preenchida. E isso transparecia na minha apresentação ao mundo – a comunicação nem sempre era assertiva, a estabilidade emocional uma luta e eu buscava, exigia de mim e do meu corpo. Muitas vezes segui a pressão social, pensei pelo/a outro/a e não vesti a minha pele.
Isso não é ser pleno/a. Não seres tu próprio/a. Não saberes o que gostas ou o que queres ou o que será melhor. Disparar para vários lados e em várias direções e não seguir verdadeiramente um caminho, não aceitar o erro com naturalidade.
Costumava dizer que não nasci empreendedora mas que foi a vida que me tornou assim. Hoje, não digo isso. Sei sim que nasci empreendedora em sonhos, esperanças e atitudes. Nunca aceitei o simples Não sem um porquê. Mas aceito com humildade os sinais que me são colocados, seguindo-os e ouvindo-os.
A vida dá sempre as respostas que procuramos. É preciso dar-lhe tempo, ouvir ativamente e estar aberto a ela.
Não tenhas pressa.
Deixa entrar a plenitude e o resto vem.

A Psicóloga lá de casa.

Um comentário

  • Cristina Fonseca

    Ainda ontem pôs me a relaxar ouvir música 🎵 para corpo e mente… fez me também que até adormeci. Obrigada pelas dicas😘

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *